terça-feira, 14 de junho de 2016

Facebook e CVV lançam iniciativa para ajudar a prevenir o suicídio e automutilação...

Um amigo começa a dar sinais de depressão em postagens no Facebook e parece correr risco de se machucar ou até suicidar-se. Para tentar ajudar a esses usuários, o Facebook, em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV), anuncia nesta terça-feira uma ferramenta que vai ajudar a prevenir suicídio ou automutilação no Brasil, apoiando amigos e familiares que possam estar preocupados, bem como pessoas que estejam com esse tipo de pensamento.

Com a ajuda dessa ferramenta, quando alguém postar algo no Facebook que possa causar preocupações acerca de seu bem-estar, qualquer pessoa poderá buscar instruções de como oferecer apoio e também contará com a possibilidade de denunciar o caso ao Facebook. Os times de revisão da plataforma, que trabalham todos os dias e em todas as línguas, vão tratar com máxima prioridade esse tipo de denúncia e enviarão as informações de apoio o mais rápido possível. Ao perceber que um amigo postou um conteúdo que possa indicar tendência ao suicídio ou automutilação, o usuário pode escolher "denunciar a publicação", clicando naquela seta no canto direito superior da postagem.


Depois disso, usuário deve selecionar a opção  "acredito que não deveria estar no Facebook" e mais tarde, quando questionado sobre o que há de errado, haverá um item relacionado à suicídio ou automutilação.


O autor do post receberá uma mensagem em seu Facebook avisando que um de seus amigos está preocupado com ele (sem identificar quem fez a denúncia), oferecendo algumas opções possíveis: enviar uma mensagem a um amigo, conversar com um agente do CVV pelo telefone, chat ou e-mail ou ainda receber dicas do que fazer.


— O suicídio é um problema de saúde pública que tem se agravado ano a ano, muito por conta dos tabus ao redor do tema. A cada 45 minutos, perdemos um brasileiro por conta desta situação. Junto com o Facebook, queremos fazer nossa parte para ajudar a reduzir drasticamente essa triste estatística — diz Carlos Correia, voluntário do CVV.

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