quinta-feira, 31 de julho de 2014

4 coisas que os empregadores procuram no Google antes de uma entrevista...

Seja um profissional em início de carreira ou um mais experiente, ao buscar uma vaga de trabalho é preciso ter cuidado com a sua presença online. Mas calma. A busca do empregador por informações no Google está longe de ser uma caça a coisas negativas. Normalmente os recrutadores querem só conhecer um pouco mais o candidato e selecionar os mais adequados para a entrevista.

O principal propósito de "googlar" o nome do concorrente a uma vaga é descobrir se você realmente é o profissional que diz ser no currículo. E, acredite, é possível ter uma boa ideia da sua personalidade.

Um artigo do site norte-americano de carreiras Glassdoor listou quatro coisas que os empregadores procuram no Google sobre os candidatos a uma vaga. Confira:


1. Uma fotografia profissional

Sempre que possível, os empregadores querem saber com o que os candidatos se parecem. Verifique se você tem uma foto profissional em suas redes sociais. Mas não exagere: não é preciso uma foto super produzida. Uma imagem no ambiente de trabalho, com vestimenta adequada e sem exageros é suficiente.  

2. Portfólio online

Depois das imagens, os empregadores querem saber o quanto do seu trabalho pode ser encontrado online. Um portfolio na web é ótima maneira de mostrar o que você ostenta no currículo entregue à empresa, dando mais credibilidade às informações. Assim, os empregadores terão uma ideia melhor do que você realizou e o que você poderá fazer na nova companhia.

3. A sua "pegada digital"

Os empregadores também querem saber como você se apresenta e interage com outras pessoas na internet. Além das redes sociais mais usadas, como Facebook, Twitter e Instagram, ter um perfil completo no Linkedin é cada vez mais indicado. 

4. Seu caráter e comportamento

Além das características profissionais, empregadores também usam o Google para avaliar a personalidade e o comportamento do candidato na internet. É nesse momento que os recrutadores ficam atentos se você falou mal de empregos anteriores e de seus colegas e ao tipo de conteúdo que compartilha.

Fonte: ZH

terça-feira, 29 de julho de 2014

Dados pessoais de usuários podem ser extraídos de iPhones...

Se você achava que seus dados pessoais estavam seguros no iPhone, saiba que não é bem assim. Informações do usuário, incluindo mensagens de textos, listas de contatos e fotos podem ser extraídos do smartphone por funcionários da Apple por meio de técnicas até então desconhecidas do público.

A informação foi confirmada pela empresa na última semana após uma apresentação do pesquisador Jonathan Zdziarski na conferência Hackers on Planet Earth, realizada em Nova York entre os dias 18 e 20 de julho, informou a agência da notícias Reuters. No entanto, a empresa negou ter criado as chamadas "back doors" para agências de inteligência.

"Desenvolvemos o iOS para que suas funções de diagnóstico não comprometam a privacidade e a segurança dos usuários, mais para que ainda forneçam as informações necessárias para os departamentos de TI corporativos, desenvolvedores e a Apple para solucionar problemas técnicos”, disse a Apple.

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As mesmas técnicas para contornar a criptografia de backups podem ser usadas por autoridades ou outros que têm acesso aos computadores “confiáveis” aos quais os dispositivos tenham sido conectados.

Segundo a apresentação de Zdziarski, os usuários não são notificados de que os serviços estão sendo executados e não podem desabilitá-los. Também não há como usuários de iPhone saberem quais computadores receberam antes o status de confiável.

Fonte: ZH

terça-feira, 15 de julho de 2014

Google cria time de hackers para combater problemas na web...Projeto Zero vai buscar vulnerabilidades de segurança na internet

O Google anunciou a criação de uma equipe de especialistas para melhorar a segurança na internet. Chamado de “Projeto Zero”, o time pretende fazer com que menos pessoas sejam afetadas por vulnerabilidades como malwares, brechas para espionagem ou bugs como o Heartbleed.

Em comunicado em seu blog oficial de segurança, o Google disse que vai contratar pesquisadores e especialistas da área. A ideia é que a equipe localize e denuncie um grande número de vulnerabilidades e que realize pesquisas para explorar, analisar e atenuar os ataques.

A companhia também planeja criar um banco de dados com informações de tudo o que for descoberto. Inicialmente, quando um bug for descoberto, por exemplo, o Google vai avisar o fornecedor do software e, uma vez que uma correção para a falha for desenvolvida, o relatório será público e será possível monitorar o desempenho da correção e ver discussões sobre o tema.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Pesquisa aponta queda de receita e emprego em tecnologia no Brasil...

O incremento da receita e o número de empregos ofertados pelo mercado de tecnologia devem recuar em Brasil, México e Coreia do Sul. Pesquisa realizada pela KPMG com executivos dos Estados Unidos, em março de 2014, sobre o panorama de negócios do segmento, mostra uma reversão na expectativa em relação a 2013, quando esses países pareciam estar em alta.

Na edição 2014, um número menor de entrevistados elegeu esses três países como os maiores em expansão. A posição do Brasil como um mercado de crescimento de receita caiu dez pontos percentuais, chegando a 23%, e o país perdeu cinco pontos percentuais com relação ao nível de emprego, passando para 21%. Já a expectativa dos executivos da indústria de tecnologia na Coreia do Sul, em relação ao crescimento da receita da empresa, caiu de 14% em 2013 para 7%, e houve uma queda de dois pontos percentuais quanto ao aumento no nível de emprego. Em relação ao México, as perspectivas recuaram seis pontos percentuais para 9% em relação à receita, apresentando a mesma queda percentual no crescimento do nível de emprego, atingindo 15%.

“No Brasil, ainda que haja espaço para o crescimento do setor de tecnologia, as tendências macroeconômicas, como maiores taxas de juros, estão tendo um impacto sobre o crescimento,” diz Manuel Fernandes, sócio da área de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações da KPMG no Brasil. “Apesar de a Coreia do Sul ter uma indústria de tecnologia competitiva, o amadurecimento do mercado de smartphones está contribuindo para a queda do crescimento do setor. Por outro lado, as perspectivas de emprego são mais positivas do que as de receita, já que a Coreia do Sul depende dos mercados externos”, completou.

O levantamento apontou ainda os principais mercados em termos de crescimento no nível de emprego da indústria até 2016, que são Estados Unidos, China e Reino Unido. A classificação do País de Gales é uma das grandes surpresas da pesquisa anual, com 42% dos líderes de tecnologia estimando o mercado britânico como a primeira, segunda ou terceira maior taxa de crescimento da receita da sua empresa nos próximos dois anos, em comparação com somente 18% na pesquisa de 2013. Os Estados Unidos permanecem o principal mercado, selecionado entre os três primeiros por 81% dos respondentes - número maior do que os resultados nas três pesquisas anuais anteriores - seguidos da China com 47%.

“A grande expectativa sobre o mercado americano tem a ver com a crença dos executivos no aumento da demanda por tecnologias de dispositivos móveis, da nuvem e de data & analytics que estão viabilizando novos modelos de negócio e aumentando as eficiências operacionais”, afirmou Fernandes.

Receitas de nuvem e dispositivos móveis superarão expectativas
Executivos entrevistados esperam que data & analytics (D&A) torne-se o principal fator de crescimento das receitas nos próximos dois anos e que a segurança seja um fator mais importante de crescimento das receitas do que antes. No levantamento, D&A pulou para o topo da lista, com 51% na pesquisa de 2014, em comparação com 33% em 2013 e 19% há dois anos. Estima-se que os dispositivos móveis (41%) e a nuvem (40%) sejam os próximos fatores que mais gerarão receita, seguidos de segurança (28%), Internet das Coisas (19%), e TI voltada ao consumidor individual (19%).

“O aumento nas expectativas em relação ao crescimento de data & analytics é devido, em grande parte, à maior gama de serviços baseados na nuvem e nos dispositivos móveis que produzem grandes quantidades de dados e uma vantagem competitiva para aqueles que conseguem prospectar dados para insights sobre os quais possam ser realizadas ações,” disse o sócio Manuel Fernandes. “A segurança é outro mercado em crescimento, avançando de sexto para quarto na lista de fatores de geração de receita. Isso faz sentindo considerando que a segurança permanece o maior desafio à adoção das tecnologias de mídias sociais, dispositivos móveis e nuvem, e será um desafio-chave à medida que a Internet das Coisas ganhe força no mercado."

“Estamos presenciando a convergência de tecnologias e de oportunidades de negócio que está gerando um grande volume de receitas com a nuvem e com os dispositivos móveis,” afirmou. “Além disso, as empresas de tecnologia estão alavancando a nuvem para transformar o negócio e tornarem-se mais eficientes, rápidas e flexíveis”.

Fonte: Pense Empregos