quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Dell passa a vender ultrabook híbrido XPS 12 no Brasil


A Dell já comercializa no Brasil o ultrabook híbrido XPS 12. Com configuração de alto desempenho, o gadget poderoso conta com tela sensível ao toque de 12,5 polegadas com resolução Full HD. A chegada do híbrido ao mercado deixa de lado o XPS 15, notebook de excelente desempenho da marca.

Design interessante faz do ultrabook um tablet com poder de desktop dos bons (Foto: Reprodução)
O consumidor que decidir investir no ultrabook híbrido, ou “conversível”, como gosta de dizer a marca norte-americana, levará para casa um computador totalmente capacitado. Compacto, com sua tela de 12 polegadas, e pesando apenas 1,52 kg, o XPS 12 conta com versões com os Core i5 e i7 exclusivos para ultrabooks. Há a possibilidade de comprar unidades com 4 ou 8 GB de memória RAM e o disco sólido de 128 ou 256 GB deve ser mais do que suficiente para armazenar dados do usuário num computador mais próximo a um tablet do que de um notebook.

Além do bom hardware, o ultrabook vem acompanhado do Windows 8 64 bits pré-instalado, que se ajusta bem à proposta de um notebook extremamente portátil e com tela sensível ao toque. Em relação ao Windows RT, a versão desktop do sistema operacional da Microsoft garante compatibilidade com um repertório muito maior de aplicativos.
Via de regra, a linha XPS da Dell sempre esteve voltada para o consumidor mais exigente em termos de desempenho e capacidades multimídia de seus equipamentos. O irmão maior do XPS 12, o XPS 13, por exemplo, tem chassi feito de fibra de carbono. Esse tipo de preocupação explica o preço e o nível de acabamento superior no XPS 12. Importado dos Estados Unidos, (o teclado, por exemplo, é em inglês, ou seja, sem "ç"), o XPS 12 pode ser adquirido, na melhor das hipóteses, por R$ 4.998, numa configuração que calça Core i5, 4 GB de RAM e SSD de 128 GB. A versão mais cara do XPS 12 está sendo vendida por R$ 6.499. Preços salgados que fazem iPads e outros ultrabooks soarem muito mais interessantes.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Erros de criação e administração de sites que afastam clientes...


Quantos profissionais de TI e empresas dão o devido valor para os seus sites? Quantos se dedicam em mantê-los atualizados, sem erros em estrutura, sem excessos de métodos de SEO, sem links quebrados ou com um visual agradável para os visitantes?

Nem todos são zelosos. Pode parecer brincadeira, porém, numa pequena pesquisa pela web podemos encontrar diversos sites de empresas ou profissionais de TI que simplesmente esqueceram de seus sites, que o abandonaram e deixaram esta importante ferramenta de divulgação às moscas. Aquilo que pode e deve ser uma parte da imagem séria e confiável da corporação ou de um indivíduo acaba sendo uma imagem de desleixo, desorganização e afasta potenciais clientes.

O Site “Quebrado”

Quantas oportunidades uma empresa listada num diretório de empresas, por exemplo, perde quando um possível cliente visita seu site e tudo o que encontra são imagens quebradas?!

Pior ainda é quando a página em questão está fora do ar por falta de pagamento do serviço de hospedagem ou má configuração de servidor. Qual empresa quer ser encarada seriamente se mal consegue pagar um servidor para hospedar seu site ou mal consegue contratar um profissional para configurar seu servidor?

Acredite, nada é pior para uma empresa de TI do que possuir problemas internos (e nunca resolvidos) relacionados ao seu ramo de atuação: se você não consegue lidar com o servidor web da sua empresa, os clientes pensarão que você não terá capacidade para lidar com nenhum outro tipo de servidor, muito menos com os dele.

Monitorar o site constantemente e procurar por erros de formatação, tags mal encerradas e conteúdo multimídia perdidos deve ser rotina sua ou do responsável pelo site.

O Site Antiquado

Há ainda a subcategoria dos sites abandonados: aqueles que nunca são atualizados ou se parecem com os primeiros sites puramente feitos em HTML, que não obedecem as boas práticas do tableless, que poluem o conteúdo com imagens demais e texto coeso de menos. Achar o que é preciso num site desses torna-se uma missão impossível para o visitante.

Um site desatualizado não é somente aquele que mantém informações de cinco anos atrás ou quatro meses sem qualquer revisão simples. Um layout que parou no tempo também passa más impressões: sua empresa pode ser moderna, inovadora, mas com um site parado no tempo, seus clientes pensarão que você também parou no tempo e te descartarão.

O Site “Caça Palavras”

Há também os sites com excesso de informação, que mais se parecem com um livro de 1.000 páginas do que com uma página da web informativa. Muito texto, na maioria das vezes prolixo, pouca informação importante e necessária. Não obrigue o visitante a ler 600 linhas para encontrar o seu e-mail, que você realiza consultoria em TI ou até mesmo o valor de contratação daquele servidor dedicado.

Muitas empresas não sabem quais informações colocar em suas páginas. Umas optam por textos curtíssimos, outras exageram no tamanho. O segredo é simples: coloque seus diferenciais, explore os pontos fortes da empresa, analise seus textos antes de colocá-los no site. Faça um teste simples: pegue o material a ser publicado, leia e repare se você gastaria algum tempo lendo esses materiais caso fosse um cliente.

O Site Arco-Iris

Teoria das cores é (ou deveria ser) uma das matérias essenciais na formação de qualquer profissional que trabalhe com criação visual. Webdesigners não fogem a regra.

O problema é que de uns tempos pra cá, não é preciso ser webdesigner para criar um site: com o fácil acesso as informações na internet e como o HTML não é nenhum bicho de sete cabeças, praticamente qualquer um consegue criar um site básico. O problema disso, em alguns casos, mora em teoria e bom senso.

Cores fazem parte da teoria e do bom senso. Sites que abusam de cores berrantes assustam e afastam os outors pelo escândalo de cores usadas. Pior ainda são aqueles que fazem combinações exuberantes com as cores, ora deixando o texto ilegível, ora provocando um carnaval de vertigens no visitante.

Antes que optar por fúcsia como fundo e amarelo para cor das letras, lembre-se: o seu cliente não procura por um site onde ele ache todas as cores possíveis e existentes.

O Site Pesado

Contrário àqueles que abandonam os sites, há quem adote os pesados sites 100% em Flash. Lembre-se: estamos na era da velocidade, aonde a informação propaga-se rapidamente e cada vez mais as pessoas exigem velocidade – até o tempo de resposta de um clique sofre com essa pressa toda.

Um site em flash, que é pesado e demora mais de dois segundos para carregar, tem a mesma capacidade de afastar clientes que um site abandonado ou quebrado. De uns anos pra cá, criar um site 100% em Flash já não é mais visto com bons olhos, e não somente pela galera do marketing que implementa SEO, mas por usuários da web que se cansam facilmente em esperar a abertura de um site. A web é dinâmica, portanto, precisa de rapidez e agilidade – e um site abarrotado de animações em Flash com certeza não é nada disso.

Se o site de sua empresa ou o seu encaixa-se numa dessas situações, pare um pouco e comece a pensar: o seu cliente não procurou por uma empresa que ofereça um site de desafios (no caso, o desafio de achar a informação e seção correta); ele entrou no seu site para achar o serviço pelo qual precisa e, por fim, achar uma forma de contato com você para fechar negócios.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Exposição no Facebook pode turbinar vida social, mas contribuir para inveja e frustração...


Neste exato momento, um amigo está curtindo férias espetaculares no Caribe, outro vive dias de paixão tórrida com a namorada nova e um terceiro comemora uma promoção no emprego. Os filhos do vizinho só tiram 10 na escola, o colega de trabalho comprou um carrão importado e o cunhado está se esbaldando no restaurante mais badalado da cidade.

Quem depara com esse mundo encantado de felicidade e conquistas chamado Facebook pode ter a sensação de que o português Fernando Pessoa (1888-1935) recém havia conferido as últimas fotos e posts de seus amigos na rede social quando escreveu os versos famosos do Poema em Linha Reta:

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

A verdade é que não falta gente vil, errônea, triste, solitária e estressada, mas se uma hecatombe destruísse o planeta e por alguma razão insondável preservasse deste princípio de milênio apenas as páginas do Facebook, os historiadores do futuro seriam forçados a concluir que desfrutamos de uma era dourada, em que todo mundo era feliz, bonito e muito festeiro.

No maior dos sites de relacionamento, com mais de um bilhão de usuários, as pessoas estão usando a chance de editar suas vidas para oferecer um best of sem fim de si mesmas. 

— Quando a pessoa vai para a rede, transformase em um personagem, com conotação positiva. O Facebook tem ferramentas que estimulam a revelar o estado atual, então o usuário acaba delirando. Como os amigos só põem coisas bonitas, a pessoa vai botar também, para ser bem avaliada e curtida. Faz parte da natureza humana essa necessidade de reconhecimento, mas cria-se um ambiente que não é real — avalia a especialista em mídias sociais Beth Saad, da Universidade de São Paulo (USP).

O problema é que quem navega por perfis feitos só de alegrias e bons momentos acaba chamuscado. Um estudo de duas universidades alemãs, divulgado em janeiro, revelou que mais de um terço dos usuários do Facebook enfrenta sentimentos negativos, como frustração, depois de visitar os perfis dos amigos. 

Os pesquisadores concluíram que a exposição a cenas explícitas de sucesso e lazer transformou a inveja em moeda corrente na rede social, conduzindo a um clima de insatisfação com a própria vida.

— O impacto não é porque a vida dos outros é boa, mas porque parece que é só boa. Há a impressão de que os outros têm milhares de amigos e só se divertem. Quem vê isso, pergunta: porque a minha vida não é assim? Começa uma comparação, que faz a pessoa se sentir mal, ter baixa autoestima, questionar a própria vida. O que falta é perceber que não dá para medir a felicidade do outro pelo que está na rede — observa a psicóloga Luciana Ruffo, do núcleo de pesquisa de psicologia em informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

O ambiente de felicidade geral da nação empurra muita gente a abraçar o “facembuste” para se sentir normal. Essa é uma explicação para o aparente sucesso do site www.namorofake.com.br, que já virou notícia internacional.

No serviço, é possível alugar uma ficante (R$ 10 por três dias), uma ex (R$ 19 por sete dias) ou uma namorada (R$ 39 por sete dias) para chamar de sua no Facebook. Ou melhor, Fakebook, já que as namoradas são só para consumo externo. 

O site diz negociar perfis reais de mulheres atraentes que, durante o período previsto em contrato comunicam ao mundo estar em um relacionamento com o cliente — e ainda postam uma quantidade pré-determinada de comentários babosos no perfil dele. Nas últimas semanas, quem acessava o site era informado de que todas as namoradas estavam ocupadas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Facebook foi alvo de ataque de hackers, diz empresa...


O Facebook disse nesta sexta-feira que foi alvo de uma série de ataques realizados por um grupo não identificado de hackers, mas não encontrou provas de que dados de usuários foram comprometidos.

Infográfico: Veja mudanças na privacidade padrão do Facebook desde 2004

"No mês passado, a segurança do Facebook descobriu que nossos sistemas haviam sido alvo de um sofisticado ataque", disse a empresa em seu blog. "O ataque ocorreu quando alguns funcionários visitaram um website de desenvolvedores de tecnologias móveis que estava comprometido".

A rede social, que afirma ter mais de um bilhão de usuários ativos no mundo todo, acrescentou: "o Facebook não estava sozinho neste ataque. Ainda é incerto que outros foram atacados e infiltrados recentemente também".

O anúncio do Facebook segue recentes ciberataques sobre outros sites proeminentes.

O microblog Twitter disse neste mês que havia sido hackeado, e que aproximadamente 250 mil contas de usuários foram potencialmente comprometidas, com os agressores ganhando acesso a informações, incluindo nomes de usuários e endereços de email.

Sites de jornais como The New York Times, The Washington Post e The Wall Street Journal também foram infiltrados, segundo as organizações. Estes ataques foram atribuídos pelas empresas a hackers chineses.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

SEO ou PPC? Eis a Questão...


"Em minhas pesquisas pela WEB, encontrei esta matéria muito interessante sobre MKT Digital, vale muito a pena ler."

Saiba qual dessas estratégias você deve privilegiar no trabalho inicial, estrutural de um site.

A comunidade online é composta de milhões de potenciais consumidores, que podem ser alcançados pela internet. Ao mesmo tempo, a internet também é um desafio completamente diferente. O fácil acesso que se oferece às empresas também representa muito mais concorrência, como se pode imaginar. Simplesmente ter um site não é suficiente para tornar seu negócio viável e em condições de competir com os outros. Você deve ter alternativas, primeiramente para convencer os visitantes a acessarem o seu site. A partir da visitação precisa tornar seu site cada vez mais conhecido, visível, encontrável, pois, conquistada a visitação, você precisa transformar seus visitantes em consumidores. Porém...

Conquistar visitas é um trabalho que nunca termina. Se seus visitantes não retornarem e novos visitantes não vierem, não há chances para um negócio online.

Investir em marketing digital é sua melhor opção se seu negócio é online, e são duas as opções mais utilizadas para se começar a obter visitação, SEO e PPC.

Pesquisas indicam que entre 60% e 70% dos internautas recorrem às buscas para encontrar sites, independente do assunto. SEO significa Search Engine Optimization e é o processo de aprimorar um site de modo que ele apareça entre os primeiros resultados de uma pesquisa nas buscas, para as palavras-chave de seu interesse. Desta forma, você pode ter certeza que vai se destacar de forma orgânica, natural, não paga.

Com técnicas de SEO, não há necessidade de se pagar pelos cliques, mas isso exigirá que você invista bastante tempo no desenvolvimento dessa estratégia. A maturação do processo de SEO é de médio ou longo prazo. Demoram-se alguns meses, pelo menos, antes de o objetivo ser plenamente alcançado, mas, uma vez alcançado, você terá um fluxo constante de visitas.

PPC significa Pay Per Click, também conhecido como link patrocinado. É um tipo de publicidade utilizada nos mecanismos de busca. Ao pesquisar por algum termo, as buscas oferecem anúncios de empresas que têm interesse naquela palavra-chave. O link patrocinado são vantajosos em relação a outras formas de publicidade, por ser contextual, e há sempre uma boa chance de clique em seus anúncios. Exige, também, trabalho de otimização dos anúncios, para aumentar o número de cliques e diminuir o custo por clique. Isso passa por escolher as palavras-chave corretamente, otimizar a página de destino do clique (landing page) para que ela efetivamente trate do assunto da palavra-chave e, ainda, fazer a oferta do valor do clique (funciona como um leilão) de forma sensata. Tudo isso funcionando, seu anúncio tende a ficar entre os primeiros as serem expostos e ainda custar menos.

Com este tipo de publicidade, você pode controlar sua campanha, desde a criação do seu anúncio. Você também pode gerenciar o público-alvo, o assunto, o grupo e a localização geográfica e, ainda, estabelecer os limites do seu investimento. No momento em que o orçamento para o dia for atingido seus anúncios param e só voltam a ser exibidos no dia seguinte.

Então, qual estratégia você utilizar? A resposta é simples. 
SEM = SEO + PPC.
Então, qual estratégia você utilizar? A resposta é simples: SEM. Ao uso conjunto das duas estratégias, SEO e PPC, chama-se SEM, Search Engine Marketing, Marketing de Buscas, já que é nessas que essas estratégias funcionam. Você não pode prescindir de nenhuma das duas estratégias. SEO funciona com o tempo, ao passo que o resultado do PPC é imediato, você começa hoje e hoje já terá visitantes. Em um gráfico Investimento x Visitação, os números das duas estratégias tendem a seguir caminhos opostos ao longo do tempo e então se estabilizarem. Você começa investindo mais em PPC, que inicialmente será a maior fonte de visitas de seu site. Esse investimento tende a diminuir ao longo do tempo, assim que o trabalho de SEO começar a surtir efeito, ficando seu site cada vez mais bem posicionado nos resultados das buscas e as visitas começam a aumentar de forma natural. Com bons rankings orgânicos, o uso do PPC passa ser uma carta na manga, que pode ser utilizada sempre que necessário. Mesmo com o SEO funcionando, o ideal é sempre manter um investimento mínimo em PPC e aumentá-lo sempre que houver necessidades específicas e imediatas.

Por Alex Moraes

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Mande seu C.V - Google abre 25 vagas de estágio em São Paulo...


Conhecido pelos escritórios diferenciados, com direito a instalações que contêm videogames, salas de massagem, restaurantes, mesa de sinucas e tudo mais com que os jovens sonham, o Google abriu vagas para interessados em estagiar na empresa. O programa, conhecido por “Google Bussiness Internship”, dura 7 meses e tem oportunidades de efetivação nas áreas de vendas, administração e marketing.

Todas as etapas do processo de seleção serão feitas pela internet, por meio de testes e videoconferências. Segundo a diretora de RH do Google, Monica Santos, o programa de estágio possui uma das taxas de efetivação mais altas do mercado, com oportunidades inclusive no exterior. “Este ano, dois de nossos estagiários de São Paulo serão efetivados no Google Irlanda”, observa.

Os interessados têm até o dia 11 de março para se inscreverem pelo site, mas há alguns requisitos: os candidatos devem ser universitários, com previsão de formatura entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014 e devem ter fluência em inglês.

Em 15 de janeiro deste ano, o Google inaugurou uma nova sede em São Paulo, em um prédio de luxo do Itaim Bibi. As salas de reunião homenageiam a cultura brasileira e têm espaços temáticos, com uma sala que imita um sítio e tem até redes para os funcionários relaxarem.