domingo, 30 de dezembro de 2012

Tenha muita atenção na WEB...


Dados pessoais e comportamento online de usuários são utilizados de maneira muitas vezes despercebida. Serviços gratuitos para o internauta obtêm lucro compilando informações pessoais a fim de permitir anúncios publicitários cada vez mais direcionados.

Recentemente, o advogado Márcio Cots estava fazendo uma pesquisa na internet por meio de um site de buscas a fim de encontrar um carrinho de bebê. Ao concluir o levantamento, fechou o buscador e voltou a utilizar o computador para trabalhar.

As páginas seguintes, porém, começaram a lhe apresentar sucessivos anúncios de carrinhos de bebê. Este é apenas um exemplo de como dados pessoais e o comportamento online de usuários são utilizados de maneira muitas vezes despercebida e levantam um debate sobre os limites da privacidade no mundo virtual.

— O anúncio, por si só, não vejo como invasivo. Mas pode incomodar saber que alguém monitora o que você está acessando — avalia Cots, advogado paulista especializado em Direito Digital.

O modo como informações e conteúdos digitais lançados à rede por internautas são utilizados ganhou destaque nas últimas semanas, quando o aplicativo de fotos Instagram anunciou uma alteração em sua política percebida como uma brecha para a venda das imagens postadas pelos usuários. A diretoria recuou e garantiu que não pretende negociar o material. Mas o fato é que dados fornecidos consciente ou inadvertidamente já são utilizados pelas empresas da internet para erguer um mercado bilionário.

— Os dados pessoais dos usuários são, hoje, a principal fonte de receita na internet. Grande parte dos serviços, como Google e Facebook, depende da coleta e do processamento de dados dos usuários. O que ocorre é que nem sempre se sabe como são coletados e utilizados — revela o diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ronaldo Lemos, um dos principais especialistas do país na área.

Em resumo, serviços gratuitos para o internauta obtêm lucro compilando informações pessoais a fim de permitir anúncios publicitários cada vez mais direcionados. Essas informações incluem dados fornecidos intencionalmente pelo internauta ao se cadastrar no serviço ou de maneira involuntária ao fazer buscas e visitar sites. Com base nisso, o Google chega a criar estimativas de sexo, idade, localização geográfica e interesses de cada um — até se o usuário de um determinado computador costuma ter mais atração por notícias de meteorologia ou esportes, por exemplo. Para consultar parte do que o Google sabe sobre você, acesse google.com/ads/preferences.

Os limites desse tipo de prática estão descritos nos termos de uso e privacidade, com os quais todos precisam concordar para utilizar as ferramentas digitais. O problema é que esses termos costumam ser pouco claros — e pouco lidos. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor mostra que 84% dos brasileiros não leem essas condições.

Em geral, as maiores empresas da internet se comprometem a não relacionar as informações do internauta à sua identidade, tratando-as de forma anônima. Mesmo assim, especialistas sustentam que não há como garantir que essa vinculação não seja feita por falhas de segurança ou intencionalmente. Além disso, a informação costuma circular entre diferentes companhias.

— Se uma empresa faz uma aplicativo para o Facebook, por exemplo, passa a ter acesso a dados do usuário. Além disso, há empresas especializadas em vender informações sobre o perfil dos internautas, ainda que de forma anônima — sustenta Lemos.

Outra ameaça à privacidade é o que o próprio internauta divulga. Especialista em segurança da informação, Leonardo Lemes Fagundes costuma ter extremo cuidado com o que torna público na internet, inclusive nas redes sociais. Ele lembra que, mesmo quando alguém tem um perfil restrito a amigos, comentários ou imagens podem ser replicados por eles e se disseminar pela rede. Outro detalhe muitas vezes desconhecido é que esse conteúdo pode permanecer armazenado indefinidamente.

— No caso do Facebook, todos os dados fornecidos ficam armazenados, desde o perfil do usuário e suas postagens, fotos, como todas as conversas realizadas utilizando o serviço de chat da rede social, mesmo após a exclusão da conta do usuário — alerta.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Laçador de Ofertas e SEO.Talenti, uma parceria de sucesso!

O maior portal de compras coletivos do Rio Grande do Sul agora é Powered by SEO.Talenti.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Em 5 anos, computadores poderão ver, cheirar e sentir, diz IBM...


Os computudadores devem se tornar capazes, nos próximos cinco anos, de imitar o ser humano e começar a ver, ouvir, cheirar, tocar e ter paladar. Essa é a previsão da IBM, que lançou nesta segunda-feira a sétima edição do "IBM 5 in 5", lista anual que mostra cinco inovações que terão potencial para mudar a forma com as pessoas trabalham e vivem em um período de cinco anos.

Nas previsões deste ano, a IBM descreve a "era dos sistema cognitivos", e acredita que a nova geração de máquinas será capaz de aprender, se adaptar, sentir e experimentar o mundo como ele realmente é. As apostas da IBM são baseadas no mercado e na sociedade, bem como no trabalho realizado nos laboratórios de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, que podem tronar essas transformações possíveis.

"Assim como o cérebro humano se baseia na interação com o mundo usando múltiplos sentidos, fazendo combinações dessas descobertas em conjunto, os sistemas cognitivos vão trazer ainda mais valor e conhecimento, nos ajudando a resolver alguns dos desafios mais complicados", avalia o vice-presidente de inovação da companhia, Bernie Meyerson, em comunicado. No projeto, cinco cientistas diferentes pensaram em cada uma das tendências. Veja quais são as apostas da companhia para os próximos cinco anos:

Toque 

A IBM acredita que em um futuro próximo os usuários vão ser capazes de sentir texturas ao tocar a superfície de uma tela. Os cientistas da empresa já desenvolve aplicações para a saúde, varejo e outros setores que usam tecnologias como sensibilidade a pressão, infravermelho e vibração para simular o toque, como a textura e trama de um tecido, por exemplo. Essa tecnologia pode ter aplicação na compra de produtos online ou em desenvolvimento de games. "Esta tecnologia irá tornar-se onipresente em nossas vidas cotidianas, transformando telefones celulares em ferramentas de interação natural e intuitiva com o mundo ao nosso redor", diz a empresa.

Visão

Atualmente, as fotos e vídeos que colocamos em computadores só são compreendidos pelo texto ou rótuilos que damos a eles. O conteúdo real da imagem é um mistério para as máquinas. Isso, prevê a IBM, deve mudar em cinco anos. "Os sistemas não só serão capazez de olhar e reconhecer o conteúdo de imagens e dados visuais, como eles vão transformar pixels em significado, começando a fazer sentido de forma parecida à maneira como os humanos veem e interpretam uma fotografia", prevê a companhia, com impactos importantes na saúde, agricultura e varejo.
A análise de itens como cor ou padrões textura por computadores pode ajudar a interpretar resultados de uma quantidade gigantesca de informações médicas, como resultados de raio-X, resssonância magnética ou tomografias. "Ao ser treinado para discriminar o que procurar em imagens - como diferenciar tecido saudável do doentes - e correlacionar com registros de pacientes e com a literatura científica, os sistemas que podem "ver" vão ajudar os médicos a detectar problemas com precisão e velocidade muito maiores.

Audição 

Outra previsão da IBM para os próximos cinco anos diz que os computadores serão capazes de detectar e interpretar elementos de som como pressão sonora, vibraçoes e frequências. Isso pode ajudar a prever quando uma árvore vai cair em uma floresta ou quando um deslizamento de terra é iminente, por exemplo.
Os sistemas do futuro também serão capazes de reconhecer a fala de um bebê, interpretando a tentativa de comunicação, relacionando os sons com informações fisiológicas, e indicando a mensagem que ele quer passar: fome, calor, cansaço ou dor. Além disso, esses sistemas poderiam aprender a sentir humor, identificando aspectos de uma conversa, analisando tom e hesitações para ajudar a ter diálogos mais produtivos em call centers, por exemplo.

Sabor

A tecnologia que quer fazer com que computadores sintam sabores pode ajudar as pessoas a comerem de forma mais inteligente. Hoje a IBM já desenvolve um sistema que quebra os ingredientes para o seu nível molecular. A relação da química dos alimentos com a psicologia por trás dos sabores e cheiros que os humanos preferem pode no futuro ajudar chefs a criarem novas receitas e combinações de sabores.

Outra aplicação de um sistema é a possibilidade de usar algoritmos para determinar a estrutura química precisa de um alimento e detectar por que as pessoas tem preferência por certos sabores. O exame de como esses elementos interagem, da complexidade do aroma e as estruturas que os ligam podem ser usados para prever o apelo de novos sabores. Isso poderia ser aplicado também criando combinações que façam um prato formado por vegetais tão saborosos quanto batatas fritas, ou ajudando pessoas com necessidades alimentares, como diabéticos, a manterem o nível de açúcar no sangue sem ter que abrir mão do sabor doce.

Cheiros

A análise de odores em pequenos sensores embutidos em celulares ou computadores vão detectar se um ser humano está desenvolvendo uma gripe ou outra doença. Ao analisar o cheiro da respiração de uma pessoa, em cinco anos os sistemas podem diagnosticar e monitorar o aparecimento de problemas no fígado ou nos rins, diabetes ou asma somente detectando que odores são normais e quais não são.

Atualmente, a IBM já monitora condições ambientais para preservar obras de arte, e essa inovação pode começar a ser usada para aumentar a higiene em hospitais, eliminando bactérias resistentes a antibióticos. A companhia afirma que nos próximos cinco anos vai "cheirar" superfícies para determinar se os quartos de um hospital foram higienizados ou não.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Google divulga página com termos mais buscados em 2012...


O Google publicou nessa quarta-feira (12), o Zeitgeist, um relatório anual que mostra os acontecimentos, eventos e personagens mais buscados em 2012. As maiores pesquisas no mundo inteiro foram sobre Whitney Houston, Gangnam Style e o furação Sandy. Entretanto, o site de busca segmentou a lista em categorias e países.

No Brasil, o evento mais buscado no ano de 2012 foram as eleições. O Carnaval levou o seguindo lugar, seguido das Olimpíadas, em terceiro. Os festivais de música Lollapalooza e Rock in Rio entraram no ranking em 4o e 6o lugar, respectivamente. A Virada Cultural, Rio +20, Tomorrowland e Barretos também apareceram entre os 10 mais pesquisados.

O termo “Face” foi o mais pesquisado do ano entre os brasileiros. A famosa novela Avenida Brasil foi o quarto termo mais pesquisado de 2012. Já a música mais buscada no Brasil foi Gagnam Style, seguida de Camaro Amarelo, Someone Like You e Vida de Empreguete.

Na página divulgada pelo Google é possível ver a lista completa de cada uma das categorias. Elas incluem: bancos, imagens, destinos de viagens, esportes, times de esportes, jogos, músicos, programas de TV e muito mais. A empresa ainda fez um vídeo com uma retrospectiva dos assuntos mais populares do ano no mundo inteiro.

A lista do Top 10 mais buscados:

Brasil:

:: Face
:: BBB12
:: Ask
:: Avenida Brasil
:: Zerg Rush
:: Eleições 2012
:: Transformice
:: Enem 2010
:: TRE
:: Fina Estampa

Mundo:

:: Whitney Houston
:: Gangnam Style
:: Hurricane Sandy
:: iPad 3
::  Diablo 3
:: Kate Middleton
:: Olympics 2012
:: Amanda Todd
:: Michael Clarke Duncan
:: BBB12

sábado, 1 de dezembro de 2012

Restrição de dados do Twitter leva rede social aos tribunais...


O controle cada vez mais intenso do Twitter sobre as mensagens de 140 caracteres em sua rede desencadeou um debate animado no Vale do Silício sobre se uma rede social deve ou não ser responsabilizada pelo conteúdo gerado por seus usuários. O debate, agora, chegou aos tribunais.

Um juiz de San Francisco concedeu uma ordem de restrição obrigando o Twitter a continuar oferecendo acesso a sua "Firehose" - o fluxo diário de cerca de 400 milhões de tweets - à PeopleBrowsr, uma companhia de análise de dados que navega no Twitter e revende essa informação a clientes incluindo blogs de tecnologia ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

Como parte de uma estratégia mais ampla de geração de receitas, o Twitter começou nos últimos dias a restringir as formas como seu fluxo de dados pode ser acessado, para o desalento de muitos desenvolvedores que construiram negócios e produtos embasados na Firehose, do Twitter.

A PeopleBrowsr, que começou a contratar o acesso à Firehose em julho de 2010, continuou a comprar dados do Twitter em base mensal até este julho, quando o Twitter atinou uma cláusula no acordo que permitia o término do contrato sem causa.

A decisão do tribunal de estender o contrato das empresas não resolveu a disputa legal; um juiz vai ouvir os argumentos da PeopleBrowsr a favor de uma injunção preliminar contra o Twitter em 8 de janeiro. Mas o caso pode representar a primeira análise profunda das questões acerca do Twitter, um dos players mais proeminentes da indústria da internet.