quarta-feira, 6 de junho de 2012

LinkedIn confirma vazamento de senhas de usuários da rede


O LinkedIn confirmou nesta quarta-feira em postagem no seu blog oficial que as senhas de alguns usuários da rede social vazaram na web nesta quarta-feira. "Podemos confirmar que algumas das senhas que foram comprometidas correspondem às contas do LinkedIn. Continuamos investigando essa situação", afirmou a companhia na nota.

Segundo o LinkedIn, os usuários com senhas vazadas tiveram suas contas temporariamente indisponibilizadas até que criem uma nova senha. A rede social enviará um e-mail aos usuários afetados com instruções para a troca. "Pedimos sinceras desculpas por qualquer inconveniente que isso causou aos nossos membros. Nós levamos a segurança dos nossos usuários muito a sério", afirmou a empresa.
Profissionais de segurança em computação nos Estados Unidos e na Europa também alertaram que possuem evidências de que a rede social LinkedIn sofreu violações de dados que comprometeram as senhas de um número ainda incerto de usuários.

O LinkedIn havia afirmado no Twitter, mais cedo nesta quarta-feira, que era impossível confirmar que a violação de dados tinha ocorrido. "Nossa equipe continua investigando."
Profissionais de segurança descobriram documentos com cerca de 6,4 milhões de senhas codificadas, na terça-feira, tendo suspeitado que eram de membros do LinkedIn já que algumas senhas incluíam a palavara "LinkedIn", disse Graham Cluley, um consultor-sênior de tecnologia na fabricante britânica de softwares Sophos.

Os dados foram encontrados em sites nos quais hackers frequentemente trocam informações roubadas, incluindo senhas. Os arquivos incluem apenas senhas e não os endereços de e-mails correspondentes, o que significa que as pessoas que fizeram o download do arquivo e decodificaram as senhas, não poderam acessar os perfis facilmente.
Ainda assim, analistas disseram que é provável que os hackers que roubaram as senhas também tenham os endereços de e-mails correspondentes e poderiam acessar suas contas.

Fonte: Reuters.

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