domingo, 25 de março de 2012

IPO: 10 vezes mais 'pobre', Facebook pode valer mesmo que Google

O Facebook deve ser avaliado entre US$ 75 bilhões e US$ 100 bilhões quando abrir capital na bolsa, mas segundo um 'proeminente investidor' do Vale do Silício, ao Business Insider, esse valor poderia, em pouco tempo, chegar a US$ 150 bilhões, ou até mesmo US$ 175 bilhões. O Google, em um dia normal, é avaliado em US$ 200 bilhões.

O spread - lucro entre o preço de compra de uma ação e de sua venda posterior - do gigante de buscas é relativamente pequeno, considerando que a receita da companhia em 2011 foi de US$ 35 bilhões. O Facebook gerou cerca de dez vezes menos: US$ 3,7 bilhões. Então porque os investidores avaliaram a rede social em preço tão alto?

Segundo o empresário consultado pelo Business Insider, não é que a empresa de Mark Zuckerberg esteja desenvolvendo algum negócio incrivelmente maravilhoso - ainda. Mas a aposta é que os gestores da maior rede social do mundo vão encontrar uma forma de fazer sua receita crescer dez vezes, ou até mais, nos próximos anos.

Fonte: Terra

terça-feira, 20 de março de 2012

Brasil cresce rápido e pode se tornar 2º país no Facebook

Dos quatro países em que a rede social Facebook faz mais sucesso, o Brasil é o lugar que apresentou o maior crescimento do número de usuários nos últimos três meses. O aumento, inclusive, de acordo com a Forbes, pode posicionar o País como o 2º dentro da rede social, somente atrás dos Estados Unidos.
Os dados são de um levantamento da Socialbankers. Se o Brasil mantiver o crescimento, que foi de 20,03%, em cerca de um mês ele ultrapassaará a Indonésia e a Índia, que mostraram um crescimento percentual menor, e encostará nos EUA.

O Brasil tem, atualmente, 42,2 milhões de usuários, de acordo com a Socialbankers, e está no 4º lugar na lista. Os EUA ficam em 1º com 155,8 milhões, seguidos da Índia com 45 milhões e da Indonésia com 43,5 milhões. Atrás do Brasil, estão Rússia com 6,01 milhões e China com 447 mil - país onde, na verdade, o Facebook apresentou um decréscimo de 15,11% nos últimos três meses.

Fonte: Terra

sexta-feira, 16 de março de 2012

Erro no GPS leva turistas japoneses para o meio da lama

Três turistas japoneses que viajavam pela Austrália alugaram um carro e decidiram confiar nas orientações fornecidas por um GPS. O que eles não sabiam é que o aparelho estava prestes a mandá-los para um banco de areia alagado.

Leia o texto completo no TecMundo.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Supercomputador da USP faz 20 trilhões de cálculos por segundo

A Universidade de São Paulo (USP) adquiriu e começa a colocar em funcionamento neste mês um supercomputador que consegue fazer 20 trilhões de cálculos por segundo e é considerado um dos cinco mais rápidos do Brasil. O supercomputador custou mais de R$ 1 milhão e tem 2,304 mil processadores.

A máquina, cerca de 100 vezes mais rápida que o computador mais potente da universidade, será usada pelos pesquisadores do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP e do Núcleo de Astrofísica Teórica da Universidade Cruzeiro do Sul, entidade parceira do projeto. Comprada com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), terá 10% do tempo de seu funcionamento destinado à comunidade astrofísica do país.

O primeiro teste de cálculo feito com o equipamento já demonstrou o potencial da nova máquina. Com o computador antigo, o procedimento levava uma hora e meia. Usando apenas metade da capacidade do novo superprocessador, o teste levou um minuto e 57 segundos. "Esse computador nos coloca entre os institutos líderes do mundo para fazer computação de alta performance", destaca a professora de Astronomia da USP Elisabete Dal Pino. "Com o computador você pode modelar criar virtualmente um modelo baseado em teoria uma galáxia, colisões entre galáxias, colisões entre estrelas. Pode modelar a morte ou nascimento de uma estrela. E pode comparar esses modelos com o que você consegue obter em observações a partir de telescópios", ressalta.

Fonte: Terra

segunda-feira, 12 de março de 2012

Empresas usam as redes sociais para se reinventar no mercado

A explosão das redes sociais na internet atrai o interesse das empresas e da figura do "community manager", uma função corporativa online, que ganha força e se configura como uma boa solução para empresas que começam ou têm que se reinventar.

Sabia que graças aos inúmeros admiradores de uma página do Facebook, a Ikea fez uma festa do pijama só para eles? Sim, a empresa sueca vem se transformando em uma das companhias mais inovadoras convidando seus fãs para lanches, massagens e sessões de manicure.

Tudo começou quando a empresa soube da existência de uma página do Facebook que foi "curtida" por 98 mil pessoas denominada "I Wanna Have a Sleepover in Ikea" ("Quero fazer uma festa do pijama na Ikea") e, para a surpresa dos usuários que se comunicavam ali, tornou a ideia possível. Foi organizado um concurso entre os admiradores e alguns foram convidados a passar a noite em uma das lojas.
Outro exemplo desta interação com os clientes foi protagonizado pela marca Levi's, que apostou em uma ferramenta menos conhecida, o Instagram, para se aproximar das pessoas. Através da hashtag "#iamlevis", a grife recrutará, entre os internautas que fizerem upload de suas fotos, os próximos protagonistas de seus comerciais.

Este é um fenômeno denominado Marketing Social Media: trata-se não só de pensar e executar campanhas diferentes, mas também de estar atento ao que acontece e escutar os clientes para surpreendê-los.
Brasil, um País bem "tuiteiro"
Entre 2008 e 2011, o número de usuários de redes sociais duplicou e 31% deles entram no Facebook várias vezes ao dia. Sete em cada dez usuários da internet móvel se conectam a alguma plataforma social através de seu dispositivo, e 29% o fazem diariamente.

Um estudo realizado pela Universidad Complutense de Madrid (UCM) junto com a empresa de consultoria de comunicação digital Top Position apontou que 97,7% dos vestibulandos espanhóis são usuários de uma ou mais redes sociais.
A análise também destacou que Brasil, Itália e Espanha são os países com maior uso das redes sociais como perfil pessoal. O Brasil, uma das maiores economias emergentes do mundo, é o segundo país que mais envia mensagens do Twitter no planeta, atrás dos Estados Unidos.
O diretor-geral da Google para a América Latina considera que a região oferece grandes oportunidades de crescimento. "Curiosamente, o usuário latino-americano hoje está mais avançado do que as empresas no uso da internet", acrescentou.
Os números falam por si e constatam que as redes sociais chegaram para ficar. Em seu livro Socialholic, os irmãos Fernando e Juan Luis Polo explicam a importância das redes sociais para as empresas no marketing atual.
Marketing de Mídias Sociais para empresas mais inovadoras
Os dois são donos da agência madrilena Territorio Creativo, empresa de consultoria de Social Media Marketing, e seu trabalho é ajudar as empresas mais inovadoras a explorar todas as possibilidades que as redes sociais oferecem.

Fazendo jus à sua filosofia e por conta do lançamento do primeiro blog corporativo sobre marketing publicado pela agência, o "eTc", (territoriocreativo.es/blog), foi cuidadosamente elaborada uma estratégia de marketing. O resultado foram 4 mil visitas na primeira semana e 200 assinaturas em dez dias, além de o número de acessos do site ter se multiplicado por dez.
Enquanto muitas empresas pensam que as redes sociais são como um "alto-falante", o importante é que sua equipe adquira o hábito de usar estas ferramentas. "É uma vantagem competitiva criar dentro da empresa um mercado das ideias", comenta Juan Luis.

Socialholic não é só o nome do livro, mas também um novo conceito com o qual os irmãos Polo denominam o consumidor atual. "Uma pessoa conectada com o mundo, ligada à atualidade, com muita vontade de compartilhar as coisas e que encontrou a tecnologia como aliada. O consumidor ganha poder e é preciso começar a investir na relação com os clientes", explica Juan Luis.
Segundo a dupla, "agora as marcas não têm mais desculpa para não escutar os clientes e agir". "Coletar pedidos, dicas, propostas e ideias que chegam via redes sociais e que podem se tornar realidade caso sejam tomadas decisões de uma maneira rápida e inteligente. Essa é uma nova filosofia, na qual é importante interagir com os usuários".
Consumidores no poder
De acordo com os especialistas, a quantidade infinita de informações disponíveis na rede e a facilidade e rapidez geradas por seu uso praticamente obrigam as empresas a serem mais transparentes. "Se o consumidor observar algo que não lhe agrada, pode expor isso na web em forma de comentário, vídeo ou fotos, o que pode se transformar no pior pesadelo para a companhia".

Os comentários dos internautas adquirem tanta importância que é possível que os consumidores sejam influenciados na decisão de compra. Segundo o Observatório Nacional das Telecomunicações e da Sociedade da Informação espanhol, 47,4% dos usuários que obtêm informações sobre produtos ou serviços se mostram "bastantes ou muito influenciados" pelo julgamento feito por outras pessoas na internet.
"É evidente que você vai confiar mais em um amigo do que em uma empresa. Isso sempre aconteceu, mas agora vemos isso na rede por meio dos comentários", comenta Juan Luis. Por essa razão, os irmãos Polo apostam na figura do "community manager", que se encarrega de cuidar e manter a comunidade de fiéis seguidores que a marca ou empresa atrair, além de ser o elo entre as necessidades deles e as possibilidades da companhia.

"Para isso, deve ser um verdadeiro especialista no uso das ferramentas de Social Media", explica a dupla. Há empresas líderes que estão formando seus empregados para que possam falar por elas, em vez de estabelecer interlocutores oficiais. Segundo os autores de Socialholic, o objetivo é conseguir com que toda a empresa seja um "community manager".

A importância das redes sociais é evidente, mas há muitas empresas que se mantêm reticentes à mudança e encontram barreiras que as impedem de explorar esse novo horizonte. Juan Luis considera que o principal obstáculo é fazer com que a companhia compreenda o que os meios sociais podem fazer por sua rentabilidade, produtividade e competitividade.

"Somos especialistas em ajudar esse tipo de empresas. É preciso fazer isso de dentro, levando em conta que em muitas delas há funcionários que talvez não saibam se relacionar em comunidade. É preciso ensiná-los a fazê-lo e criar equipes", explica.

Para isso existe uma infinidade de ferramentas, como portais internos, com os quais os empregados podem se comunicar entre si, opinar, apresentar novos aprendizados. Aprender a denominada "gestão do conhecimento" é bastante importante. "É um processo longo que requer o envolvimento de toda a companhia", reforçam os irmãos.

Fonte: Terra

quinta-feira, 8 de março de 2012

Facebook sai do ar em partes da Europa

O Facebook ficou indisponível em alguns países europeus na manhã (horário local) desta quarta-feira por causa de problemas técnicos. "Hoje enfrentamos dificuldades técnicas que fizeram o site ficar indisponível para diversos usuários na Europa", afirmou a maior rede social do mundo. "O problema foi resolvido e todos agora devem ter acesso ao Facebook. Pedimos desculpas pelo inconveniente", acrescentou.
Alguns usuários foram ao Twitter para expressar a frustração com a paralisação, que aparentemente durou cerca de duas horas, segundo os comentários no microblog.
O Facebook, que tem cerca de 845 milhões de usuários ativos no mundo, anunciou no mês passado planos para levantar US$ 5 bilhões em uma oferta pública inicial de ações, que deve avaliar a companhia entre US$ 75 bilhões e US$ 100 bilhões.

Fonte: Terra

sexta-feira, 2 de março de 2012

Google não é a internet", diz diretor sobre nova política da empresa...

Em meio a polêmicas sobre a nova política de privacidade do Google, que entrou em vigor na quinta-feira, o diretor de Comunicação e Assuntos Públicos da companhia no Brasil, Felix Ximenes, tranquilizou usuários sobre os novos termos e afirmou que a reação foi "alarmista"e a interpretação, "equivocada". "Muita gente nos acusou de fazer algo que nem o governo americano conseguiu: criar um usuário único de internet. O Google não é a internet, é uma empresa. A internet é muito maior que a gente", disse em conferência telefônica com a imprensa nesta sexta-feira.

Com a nova política, o Google passa a tratar cada usuário como um usuário único, e pode cruzar os dados de diferentes serviços - como Gmail, Google+, buscador e YouTube - para melhorar a entrega de publicidade, por exemplo. Ximenes destaca, no entanto, que a medida visa unicamente "refinar a qualidade da resposta" ao usuário logado e que o Google ocasionalmente já cruzava dados de serviços diferentes. "Com a nossa nova política, deixamos claro que isso pode acontecer. A tendência de uso na internet é que você tenha uma experiência mais pessoal, até porque o uso do celular cresce, e o celular é extremamente pessoal", afirmou. "O nosso negócio está construido 100% em credibilidade. Se falharmos nisso, o usuário vai embora da noite para o dia. Temos 14 anos de história para mostrar a consistência da nossa política. Há 14 anos temos potencial para saber o que você está fazendo na internet, e não fazemos", disse Ximenes.
O Google foi chamado para prestar esclarecimentos sobre a nova política no Congresso americano, e as novas regras vem causando polêmica na União Europeia. A comissária de Justiça da União Europeia, Viviane Reding, afirmou na quinta-feira que elas não estão de acordo com a lei da Europa "em vários aspectos". "Um deles é que ninguém foi consultado, não está em conformidade com a lei de transparência e utiliza a informação privada para entregá-la para terceiros, o que não é o que os usuários concordaram", disse.

Ximenes garante, no entanto, que o Google não entrega informações a terceiros. "O Google sempre teve acesso a essas informações e nunca vendeu e nunca vai vender essas informações. Já tínhamos esses dados, porque o usuário forneceu. O que nós estamos fazendo é alertar o usuário sobre a coleta desses dados", disse o diretor da empresa. O Google anunciou em janeiro as novas políticas, afirmando que o objetivo é simplificá-las, consolidando 60 diretrizes em uma única que se aplica para todos os seus serviços. "As nossas políticas de privacidade essencialmente não mudaram muito, estamos concentrando em uma só. Antes, tínhamos várias políticas, e uma ferramenta de controle de privacidade só. Agora, temos uma política e uma ferramenta só, e a ferramenta continua simples de usar", diz Ximenes. "Acho que ninguem está lendo e comparando com a política anterior."

Outra crítica enfrentada pelo Google é que, com a nova política, por padrão, o usuário concorda com a coleta e uso desses dados pelo Google. Como a maioria dos usuários não tem o hábito de ler regras de privacidade ou não presta atenção nas opções de controle que tem, muita gente acha as novas normas um risco. "Nosso interesse é mostrar ao usuário que tem muita coisa em jogo. Você parou pra pensar no que você quer compartilhar? Os dados já estão na internet. O usuario deveria parar e pensar sobre o que as empresas estão coletando do seu perfil, do seu hábito de uso. A gente quer estimular isso", afirmou.

Ximenes destaca ainda que, se por acaso o usuário não concordar com as políticas de privacidade, tem ferramentas para lidar com isso. "Se você lê a política e nao concorda, pode ir na ferramenta de privacidade e mudar", disse. "Se não concorda, pode parar de usar o serviço. Usar serviço como busca e mapas anonimamente (sem estar logado), ou abandonar o serviço", continuou. "A nova política permite ao usuário dosar a privacidade. Se não concordar com os termos, pode baixar as informações e parar de usar o serviço", afirmou.

Fonte: Terra